Sob o lema “Manutenção, Mobilidade e Progresso”, realizou-se no dia 16 de Fevereiro deste, na sala de conferências do Complexo Paraíso da Chiva, na cidade do Huambo, o VII Conselho Consultivo Alargado do Ministério dos Transportes.

Os participantes abordaram questões relativas à manutenção e à conservação das infra-estruturas e dos equipamentos das empresas públicas do sector dos Transportes.

O evento, que reuniu cerca de 200 participantes provenientes do órgão central, institutos públicos, empresas públicas do sector, membros do Governo Provincial do Huambo e outros convidados, foi aberto pelo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás.

O ano de 2016 não foi fácil para a indústria do 'shipping'. Que o diga a chinesa COSCO Shipping Holdings, que registou um prejuízo acima dos 1,4 mil milhões de dólares, justificando os resultados com os níveis baixos nos preços dos fretes e com os custos associados ao seu processo de reestruturação.

Recorde-se que a COSCO Shipping Holdings apenas se formou no ano passado, como resultado da fusão entre as companhias chinesas COSCO e CSCL, ficando com uma quota de mercado apenas superada pela Maersk Line, MSC e CMA CGM.

A Hapag-Lloyd já obteve aprovação por parte das entidades competentes para que possa avançar para a finalização da compra da UASC. Porém, a companhia alemã decidiu adiar em dois meses o fecho da incorporação da UASC, quando as previsões apontavam para o final deste mês como data final - exactamente antes da entrada em operação da THE Alliance, a 1 de Abril.

As companhias de transporte marítimo Maersk Line, Mediterranean Shipping (MSC) e Hyundai Merchant Marine (HMM) assinaram, no passado dia 15 de Março, um acordo que oficializará o plano de cooperação estratégica traçado em conjunto para as rotas Este-Oeste, que incluirá uma variedade de troca e compra de 'slots' (espaços nos navios), tendo a duração de três anos.

No que concerne a movimentação de mercadorias no Porto de Lisboa, para os dois primeiros meses registou-se um aumento homólogo superior a 20%, o que confirma a tendência de recuperação de carga que se assiste desde o final do ano passado.

Segundo os dados hoje divulgados pela APL, foram os segmentos de granéis e contentores aqueles que mais contribuíram para este crescimento homólogo, com aumentos de 22% e 14%, respectivamente - com destaque para a subida de 60% nos granéis líquidos e de 12% nos granéis sólidos e para um aumento de 15% na movimentação de TEU!