De acordo com um recente relatório da consultora britânica Drewry, o transporte de contentores nas rotas marítimas Ásia-Mediterrâneo sofreu uma queda em 2017, ao passo que, em sentido contrário, tem vindo a denotar um aumento; face à redução de 3% no volume de contentores movimentados nas ligações Ásia-Mediterrâneo, as conexões no sentido inverso responderam com um crescimento homólogo de 16% nos dois primeiros meses de 2017.

A Rede Nacional de Plataformas Logísticas (RNPL) é parte integrante do  sistema logístico nacional, sendo uma das peças fundamentais do processo de crescimento económico e do desenvolvimento social, afirmou sexta-feira, 17 de Fevereiro, no Huambo, o ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás.

O governante informou que a RNPL interliga as diferentes vertentes da economia: produção, armazenamento, consolidação e distribuição dos produtos no mercado.

Observou que a generalidade dos países assume esta perspectiva na sua ordem legal, pois que a RNPL é também um factor incontornável de coesão económica, social e territorial.

Segundo o ministro, no caso da província do Huambo, podemos considerar as plataformas logísticas urbanas e regionais.

O ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, defendeu, na cidade do Huambo, a necessidade de se assegurar o bom funcionamento dos equipamentos existentes durante toda a sua vida útil programada e, se possível, prolongá-la, ao mesmo tempo que se deve aumentar a rotação desses activos.

O governante salientou que, em função de actualmente, existirem maiores dificuldades em fazer novos investimentos públicos, seja para novos projectos, seja para aquisição de equipamentos, a solução é a manutenção dos autocarros, comboios, embarcações ou aviões.

O Ministério do Fomento em Espanha anunciou um investimento de 813 milhões de euros nos seus Portos para este ano, valor que é duas vezes superior aos 413 milhões aplicados no ano que agora finalizou. Para os próximos cinco anos, o governo do País vizinho prepara um total de investimento de 1.418 milhões de euros.

Alberto Bengue informou, na abertura do conselho consultivo do Porto de Luanda, que o ideal é criar e promover estratégias atinentes à contenção dos efeitos da perda de robustez da economia e das finanças da empresa. A carga contentorizada acusou uma redução de 11 por cento, enquanto a não contentorizada desceu quatro por cento. Em relação à navegação, neste terceiro trimestre do ano, atracaram no Porto de Luanda 190 navios de longo curso, contra 217 em 2015.