O ministro dos Transportes, Augusto Tomás revelou ontem, em Luanda que fruto das medidas tomadas pelo Governo face aos problemas que o Porto de Luanda viveu até há pouco, com destaque para a redução do prazo de desalfandegamento e o fim do congestionamento, levou o país a economizar entre 500 milhões a mil milhões de dólares.

A Assembleia Nacional promove, desde ontem, em todo o país, um programa de divulgação da nova Constituição junto da sociedade civil.
O programa, que se estende até de Abril, prevê também a divulgação da Constituição aos membros do corpo Diplomático acreditado em Angola, representantes de partidos políticos, igrejas, associações e técnicos dos organismos que intervêm na administração da justiça.

O Conselho Nacional de Carregadores de Angola é membro efectivo da União dos Conselhos de Carregadores Africanos, UCCA, na sigla em português, instituição criada a 26 de Janeiro de 1977 e da qual fazem parte também, todos os Conselhos Nacionais de Carregadores ou organismos similares dos países que a seguir se menciona: Benin, Burkina-Faso, Camarões, República Centro Africana, Congo- Brazzaville e Democrático, Costa do Marfim, Gabão, Ghana, Guiné Conakry, Guiné Equatorial, Mali, Mauritánia, Níger, Nigéria, Senegal e Togo.

O Conselho Nacional de Carregadores, no âmbito das atribuições a si conferidas, tem como tarefa fulcral, a promoção e o desenvolvimento das operações de comércio externo e de transporte marítimo Internacional, bem como controlar a sua execução de acordo com as politicas e procedimentos estabelecidos.

Neste âmbito, a Direcção do CNC tem pretendido oferecer mais atenção à melhoria da qualidade dos seus serviços internos e maior dinamismo na interacção com os agentes económicos que participam no processo da transportação marítima.

O Conselho Nacional de Carregadores é o órgão responsável por promover o desenvolvimento das operações de comércio e transporte marítimo e controlar a sua execução de acordo com as políticas e procedimentos estabelecidos, no sentido de estudar, propor e divulgar medidas que contribuam para estabilidade e economia dos fretes  e sobretaxas marítimas.

Com este desiderato, temos a oportunidade de colocar à disposição de todos intervenientes no tráfego marítimo  informações sobre o desenvolvimento da indústria de transporte marítimo, no contexto económico  mundial (Globalização),  a inter modalidade como  força motriz das principais tendências a nível  mundial do sector marítimo–portuário e das vantagens económicas que proporciona.